Enfim, o reconhecimento

 

Aventureiros e exploradores costumavam dizer que as relíquias mais importantes de um povo nunca seriam reveladas por completo aos forasteiros. Séculos depois, a ciência e a história provaram que tantas maravilhas naturais e históricas sempre estiveram debaixo do nosso nariz e, se não foram encontradas antes, é porque geralmente costumamos olhar primeiro para muito longe.


Mestre Ciriaco do Coco ensina o "ofício" há décadas na Zona Rural da cidade. Com o dinheiro do prêmio, construiu a Casa do Coco para perpetuar sua arte e comprou roupas novas para as coquistas. Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

É no mínimo curioso conferir alguns nomes do Prêmio Humberto de Maracanã - Culturas Populares do Ministério da Cultura. Somente em Glória do Goitá, a 66 km do Recife, entre três premiados há dois representantes culturais que dificilmente teriam suas histórias e artes conhecidas fora de Pernambuco se continuassem a depender somente de datas festivas, carnaval e da "boa vontade" política típica das cidades além do eixo metropolitano.

Aos 81 anos, o Mestre Ciriaco do Coco pode se orgulhar de muita coisa que fez na vida, a começar pelos seus 24 filhos, 34 netos e 20 bisnetos. Nascido João Sebastião do Nascimento em 26 de junho de 1928, Mestre Ciriaco não existe no Google. Parece besteira, mas em tempos de uma sociedade da informação cada vez mais conectada, é um reflexo notório de como ainda há tanto a percorrer pela cultura de um povo. E às vezes estamos todos tão próximos. No site oficial do prêmio, na página do Minc, o leitor encontra apenas o nome de batismo, não o nome pelo qual Ciriaco brinca e ensina rodas de coco há décadas na Zona Rural de Glória do Goitá, repassando conhecimento "até quando eu morrer", como costuma dizer aos visitantes.

A saúde parece de ferro - não somente pela prole - e ajuda a esconder a idade. Ciriaco costuma percorrer à pé os 12 km que separam sua casa no Sítio Urubu até o centro de Glória do Goitá. A garganta não tem mais a força de outrora. Mesmo assim, quando começa a conduzir uma roda de coco, Ciriaco só vai embora quando desligam o som. Porque do contrário ele vira a noite cantando. E as filhas, dançando sem parar e sem cansar. Preocupa Dona Maria, a esposa, casada com o mestre desde 1954. Mas não preocupa Ciriaco. Com a humilde verba de R$ 10 mil repassada pelo Minc, ele resolveu não deixar mistérios para exploradores ou aventureiros e construiu a Casa do Coco para sua arte se perpetuar por meio dos filhos, netos e bisnetos. E quem mais quiser.

Além da recém-construída Casa do Coco, o dinheiro ajudou a comprar um novo equipamento de som (usado, modelo bem antigo) e algumas roupas novas para as coquistas. Em contrapartida, exigência do Ministério, deu aulas durante três dias em oficinas para alunos da rede pública de ensino no Sítio Urubu.

E as oficinas ajudaram a mostrar que Mestre Ciriaco do Coco pode até entrar no Google a partir de agora, mas certas coisas realmente não mudam nunca. Analfabeto e sem ter tido condições de estudar quando criança, Ciriaco entrou na sala de aula e não entendeu quando todas as 17 crianças não tinham sequer um caderno.

A vida difícil no interior e a falta de perspectivas do passado ilustram algumas das letras de suas músicas, mas nãorefletem no humor de Mestre Ciriaco, que já prepara uma grande festa na Casa do Coco para seu próximo aniversário com ajuda do filho Queno de Alagoinha (José João da Silva), o principal herdeiro da arte do pai.

Mestre Ciriaco é considerado o último representante do coco-de-roda na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Herdou a brincadeira ainda criança, quando aos 13 anos começou a seguir as rodas do pai e aos 14 conduziu sua primeira roda de coco. Sobre o pai, ele desconversa um pouco, diz que não lembra tanto. Mas não deixa de cantar uma música por onde confessa a frustração de não ter sido permitido entrar numa escola, aprender a ler, a estudar. Hoje, Ciriaco é mestre e se preocupa em ensinar aos outros. E promete muito mais, agora com seu espaço próprio para os coquistas da região.

 

Fonte: Diário de Pernambuco

domingo 03 maio 2009 13:21


Bloco com 32 apartamentos corre risco de desabamento

Os moradores dos 32 apartamentos do bloco 155 do Conjunto Residencial Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes, não têm a mínima previsão de quando poderão voltar para casa. Técnicos da Defesa Civil de Jaboatão dos Guararapes estão inspecionando o local esta manhã e, de acordo com o Coordenador  da Comissão de Defesa Civil do município coronel Artur Paiva, o bloco que conta com quatro módulos, oferece risco de desabamento.

“Esse bloco entrou em trabalho dinâmico de recalco por volta da meia noite de ontem, foi evacuado e agora estamos avaliando o processo,  que está estacionário. Vamos fazer o teste de progressão e logo após começaremos a retirada das pessoas e pertences do entorno para então agirmos diretamente no prédio com problemas. Creio que não há condições de os moradores voltarem para o bloco. A estrutura está comprometida e o bloco, no mínimo vai precisar de uma reforma estrutural ou ser demolido. Hoje ele não  oferece condição de habitação nenhuma”, explicou Paiva.

Por volta das 2h, os moradores perceberam que o muro do bloco teria cedido cerca de 5 cm e, assustados acionaram a Defesa Civil. O conjunto fica na Rua 4 , n Muribeca, Jaboatão dos Guararapes. Ainda na madrugada o prédio foi evacuado e as famílias tiveram que se deslocar para a casa de parentes.

Segundo caso - Este é o segundo caso do tipo registrado em menos de uma semana na Região Metropolitana do Recife (RMR). Na noite da terça-feira passada, os moradores do Residencial Catuama, em Jardim Fragoso, Olinda, também tiveram que deixar seus apartamentos.

No entanto, a comissão de engenheiros da diretoria de Controle Urbano do município concluiu, após uma vistoria, que o prédio não tem risco de desabamento. De acordo com a diretora Ana Moura, as rachaduras e vazamentos serão consertados, mas não há comprometimento da estrutura da construção. O residencial é formado por dois blocos e 24 apartamentos.

As 24 famílias foram orientadas a deixarem as residências, mas apenas duas preferiram dormir na casa de parentes. O susto começou quando placas de gesso começaram a cair do teto de dois apartamentos do bloco A. O Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e a Diretoria de Controle Urbano foram chamados e isolaram a área.

O prédio fica cerca de 500 metros de distância dos edifícios Érika - que desabou em novembro de 1999, deixando quatro mortos e 11 feridos - e do Enseada de Serrambi, que também desmoronou um mês depois, matando sete pessoas e deixando 11 feridos.

 

Fonte: Diário de Pernambuco

domingo 03 maio 2009 13:19


Agora é mata-mata

Uma nova Taça Libertadores da América começará nesta semana. Nada de fase de grupos, com um sistema de "campeonato". Agora é apenas mata-mata. Quatro fases seguidas, das oitavas até a final. Com a presença do Sport, que poderá traçar um novo planejamento. Segundo o regulamento da competição, o Rubro-negro poderá trocar até três atletas da lista inicial de 25, que foram inscritos. Dois nomes já estão fora dos planos de Nelsinho Batista. O meia Kássio foi para o Figueirense e o lateral-direito Sidny acertou com o Náutico, abrindo duas vagas. Quando os novos nomes forem confirmados, os jogadores ficarão com as camisas 16 e 18. Outra opção de remanejamento pode ser com o outro ala direito do elenco, Jonas, que não vem jogando.

As substituições serão válidas até 48 horas antes de começar a semifinal da Libertadores. No entanto, qualquer troca só poderá acontecer antes do início de cada fase. Há vários dias, a diretoria rubro-negra vem articulando reforços para o restante da Libertadores. A prioridade é trazer um zagueiro.

Falando em fase, o aproveitamento do Sport na frase de grupos foi de 72,2%, com quatro vitórias em seis jogos. Dos 25 atletas do elenco, 19 atuaram em pelo menos uma partida no grupo 1. No entanto, apenas seis atuaram em todos os jogos, e cinco jogaram todos os 540 minutos da campanha leonina.

Curiosamente, quatro deles são da defesa: o goleiro Magrão e o trio de zagueiro. O "menino" Dutra também não foi substituído - mas foi o mais advertido, com quatro amarelos, de um total de 18 do time. Considerado essencial para o time, o volante Hamilton só esteve presente em três jogos, atuando 241 minutos. Já o também volante Sandro Goiano, que entrou no decorrer dos jogos em cinco oportunidades, atuou 79 minutos. Em relação aos gols marcados, o time marcou cinco vezes em cada tempo. Já a defesa foi a mais vazada na primeira etapa, com quatro gols, contra três da etapa final.

 

Fonte: Diário de Pernambuco

domingo 03 maio 2009 13:19


De boca fechada contra a crise

As despesas com telefonia estão na berlinda quando o assunto é crise financeira internacional. Pesquisa realizada pela Nielsen mostra que 74% dos brasileiros estão procurando falar menos ao telefone - fixo ou celular - para tentar se proteger da turbulência.


O advogado Hélio Batista está falando menos ao telefone e tem preferido conversar pessoalmente. Ele conseguiu economizar cerca de 15%. Foto: Alcione Ferreira/DP/D. A Press

Eles também têm buscado reduzir os gastos com roupas novas (71%) e com o lazer fora de casa (65%). De acordo com o levantamento, 77% dos entrevistados no Brasil acham que o país está em recessão econômica e apenas 18% acreditam que a recessão vai acabar num prazo de 12 meses.

Contrair dívidas? Nem pensar. Pelo contrário, a hora é de economizar. "Sou profissional liberal e a crise sem dúvida está me afetando. Como advogado uso bastante o celular, mas diante desse cenário tenho procurado reduzir os gastos falando menos. Tenho preferido conversar pessoalmente", depõe Hélio Batista. Juntando telefone fixo, celular e internet, ele gasta cerca de R$ 800 por mês, despesa que já foi 15% maior no período anterior à crise.

O corretor de imóveis Adilson Cavalcanti de Albuquerque também tem feito um esforço para reduzir as despesas com telefone. "Minha estratégia é o uso otimizado do telefone. Tenho um fixo pré-pago que só recarrego os créditos a cada dois meses e no celular vivo em busca de promoções", relata. Uma conta que já chegou a R$ 500 - somando a linha fixa e as três celulares - hoje está na casa dos R$ 300. E Adilson não parou por aí. Cortou refeições fora de casa e tem evitado usar o cartão de crédito.

O economista e professor do CDP/Ibmec Recife, Gilberto Braga, nota que o corte de despesas é uma tendência que vai de encontro aos esforços do governo para manter os níveis de consumo diante da crise. "A questão é que as pessoas estão informadas sobre a crise e se preocupam em economizar", comenta. Para ajudar no controle das despesas, ele aconselha a elaboração de uma planilha com todos os custos da casa. "O simples fato de colocar as despesas no papel já provoca uma reflexão", acredita.

Já o economista e professor da Faculdade Boa Viagem (FBV) Alexandre Jatobá lembra que, mesmo que a telefonia não seja considerado um item supérfluo entre as despesas, sempre fica a sensação de que se pode falar menos. "Com a crise existe uma perspectiva de diminuição da renda. Será que não estamos falando além da necessidade ao telefone? Então as pessoas imaginam que é melhor cortar telefone, roupas novas e lazer do que em itens essenciais como alimentação, saúde e educação", observa.

A pesquisa Economic Current foi feita em dez outros países. Os brasileiros foram os únicos a mencionar a redução nas despesas com telefone. Em geral, o corte de gastos com roupas novas e diversão foram os itens mais citados pelos consumidores. Na China, país emergente como o Brasil, eles estão mais preocupados em diminuir o ritmo dos upgrades tecnológicos (40%), em procurar as melhores oportunidades no cartão de crédito e financiamentos (37%) e em cortar gastos com diversão (37%).

Os consumidores norte-americanos, que estão no olho do furacão, tentam reduzir os gastos economizando eletricidade e gasolina (71%), cortando diversão fora de casa (65%) e gastando menos com roupas novas (63%). Na Alemanha, outro país fortemente atingido pela crise, as táticas incluem a compra de produtos de marca mais barata (69%), gastar menos com roupas novas (66%) e o corte de refeições fora de casa (64%).

 

Fonte: Diário de Pernambuco

domingo 03 maio 2009 13:18


Hora de seguir conselhos médicos

Muita calma nesta hora. A gripe suína está prestes a fazer parte do nosso dia-a-dia e, como disse o responsável do departamento de Saúde do Banco Mundial, Keith Hansen, população e autoridades devem ficar em alerta, mas ninguém deve se alarmar. Portanto, é oportuno seguir os conselhos médicos clássicos: manter seus hábitos saudáveis, ser exigente nos princípios de higiene e não se antecipar aos fatos - nada de sair de casa com máscara cirúrgica assim que for confirmado o primeiro caso no Brasil. Enquanto as notícias de contaminação estiverem apenas na imprensa (e não na sua cidade), nada de pânico.

A gripe suína é, antes de mais nada, uma gripe - e gripe sempre foi uma doença incômoda, de fácil contágio e capaz de matar. O infectologista Vicente Vaz, do Hospital Oswaldo Cruz, concorda: "Todo mundo tende a subestimar as gripes e isso é um comportamento inadequado".

A novidade dessa gripe é que ela tem origem em um vírus que, dentro do organismo do porco, se combinou com o vírus da gripe aviária, da gripe suína e da gripe humana. Na sua primeira versão, a gripe suína só infectava pessoas que trabalhavam com porcos. Com a mutação, ele agora é capaz de se propagar entre humanos. Suas características perversas não se encerraram por aí. Vicente Vaz adverte: a gripe suína tem infectado, no México, pessoas que antes passavam longe do perigo, pessoas jovens e com boa saúde. O vírus AH1N1 não pode ser subestimado.

Nem superestimado. Pacientes em tratamento têm apresentado melhora sempre que submetidos aos antivirais adequados. Em outras palavras: se a pessoa infectada procurar logo o médico e receber o tratamento certo, da gripe só restará uma lembrança em poucos dias. Mas se o infectado relaxar e decidir não ir ao médico, cuidado. Um dos perigos da gripe que virou manchete em todos continentes é que ela pode matar - como outras gripes também matam. Mas a diferença é que a reação do organismo ao AH1N1 mata sem a ajuda de doenças oportunistas - como ocorre em outras gripes, que apenas quando ficam mais graves evoluem para uma pneumonia (pela ação de uma bactéria). A nova gripe impõe respeito.

Prevenção - Outro conselho importante vem da infectologista Cláudia Vidal, do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). As pessoas devem se vacinar contra a gripe, mesmo que essa precaução não vá imunizar ninguém contra o AH1N1. Cláudia Vidal recomenda a vacinação como estratégia. Quanto mais pessoas estiverem com o organismo livre de vírus de outras gripes, menor a chance do AH1N1 novamente se combinar com outro vírus e ganhar novas características.

Cláudia Vidal considera as medidas tomadas pelo pessoal da Vigilância Sanitária corretas para se tentar reduzir os efeitos da gripe suína. Ela deposita suas esperanças nessas medidas que, espera, possam atrasar a ampliação das áreas de risco em quatro ou seis meses. Nesse período, estima, pode ser desenvolvida uma vacina eficiente e, aí sim, a luta contra o vírus ficará desigual para os humanos.

México -Enquanto a vacina não vem, vale a pena manter a calma. As perspectivas são de que o que aconteceu no México não vai se repetir. O infectologista Vicente Vaz explica que os países onde as pandemias começam registram o maior número de casos e, por tabela, a maior quantidade de óbitos. "Aconteceu assim com a Gripe Espanhola, em 1918, com a Gripe Asiática e com a Gripe de Hong Kong".

Deverá acontecer novamente, até porque o México levou um tempo para identificar o vírus e, nesse período, o AH1N1 estava se disseminando. No entanto, a experiência com a história das gripes e a espera por um surto de gripe aviária que não veio levou todos os países a se prepararem.

Sintomas

- febre alta
- letargia
- falta de apetite
- tosse

Também pode aparecer

- coriza
- garganta seca
- náusea
- vômito
- diarreia

Manual para o gripado

- Nunca espirre ou tussa em direção a alguma pessoa
- Cubra seu nariz e boca com quando tossir ou espirrar. Preferencialmente com lenço descartável

- Jogue o lenço no lixo após o uso.
- Tenha uma alimentação saudável e se hidrate com freqüência
- Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar.
- Se estiver longe de uma torneira, utilize álcool em gel para limpar as mãos.
- Preferencialmente, apenas uma pessoa deve assistir o doente.
- Se utilizar máscara cirúrgica, prefira o modelo comum.
- Se usar a máscara, cubra sempre o nariz
- Trocar a máscara toda a vez que ela ficar úmida
- Pessoas com a imunidade reduzida (*) não devem visitar um doente

(*) São considerados pessoas com imunidade reduzida:

- Crianças menores de 5 anos
- Idosos
- Cardiopatas
- Transplantados
- Pacientes em tratamento quimioterápico
- Infectados pelo vírus HIV
- Quem esteja em tratamento por alguma doença grave

Manual para tratar o gripado

Lave sempre as mãoscom água e sabão
Na falta de água, utiiza álcool em gel
Evite tocar seus olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham deste modo.
Evite contato próximo com pessoas doentes.
Se você ficar doente, fique em casa e limite o contato com outros, para evitar infectá-los.
Se for utilizar máscara cirúrgica, utilizar o modelo comum e cubra sempre o nariz
Trocar a máscara toda a vez que ela ficar úmida.
Nunca compartilhe objetos pessoais

Manual para quem viajar para alguma área de risco (México e Estados Unidos)

- Evite locais públicos fechados, como shoppings, aeroportos, restaurantes e lanchonetes
- Evite utilizar o aperto de mão ou beijinhos como cumprimento
- Utilize máscara cirúrgica comum e troque-a toda vez que ficar úmida (ou se espirrar)
- Lave sempre as mãos com água e sabão (utilize álcool em gel se não tiver perto de água)

Níveis da OMS para pandemia

Fase 1 - A transmissão só ocorre entre animais.
Fase 2 - Quando os primeiros relatos de transmissão do vírus de animais para seres humanos.
Fase 3 - Primeiros casos de infecção entre humanos, mas de forma pouco eficiente. A transmissão não afeta a comunidade
Fase 4 - O contágio entre humanos é sustentável e pode afetar a comunidade.
Fase 5 - Ocorre a transmissão de pessoas para pessoa em mais de um país
Fase 6 - Pandemia instalada

 

Fonte: Diário de Pernambuco

domingo 03 maio 2009 13:17


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